
ARCOmadrid 2026
4 – 8 Mar 2026
Ana Cláudia Almeida | Cristiano Lenhardt | Ernesto Neto | Janaina Tschäpe | Luiz Zerbini | Márcia Falcão | Pélagie Gbaguidi | Rivane Neuenschwander
Na ARCOmadrid 2026, Ana Cláudia Almeida apresenta um novo conjunto de obras em um estande solo dedicado, reunindo pinturas sobre papel de algodão e tecido ao lado de uma composição escultórica de grande escala, em colaboração com a Quadra, como parte de Profiles | Latin American Art, uma seção curada por José Esparza Chong Cuy.
Entre pintura, escultura e práticas transdisciplinares, a apresentação reúne artistas que reconfiguram relações entre corpo, mundo natural e matéria. Ernesto Neto explora possibilidades sensoriais e orgânicas por meio de materiais maleáveis e processos manuais, enquanto Rivane Neuenschwander apresenta uma meditação sobre a violência a partir de pinturas de ambientes esvaziados. As pinturas abstratas de Janaina Tschäpe articulam estados fluidos de movimento e intensidade cromática, e Cristiano Lenhardt articula cerâmica, pintura, têxteis e relevos de parede em obras que tensionam os limites entre objeto e imagem. Luiz Zerbini e Márcia Falcão mobilizam vocabulários pictóricos distintos — um atento a sistemas e ritmos do mundo natural, o outro à figura humana em contornos mutáveis — enquanto Ana Cláudia Almeida e Pélagie Gbaguidi destacam gesto, memória e ressonância cultural.
Paralelamente, a galeria apresentará um estande solo dedicado a novas obras de Ana Cláudia Almeida, em colaboração com a Quadra, como parte de Profiles | Latin American Art, uma seção curada por José Esparza Chong Cuy. A prática de Almeida é enraizada num engajamento dinâmico com a materialidade, onde pintura, tecido e imagem se entrelaçam para transmutar memória e gesto em forma tangível. Seu manejo fluido das superfícies — permitindo que vestígios de ações anteriores permaneçam visíveis — dá origem a obras que incorporam transformação, resiliência e a interação entre camadas de mente e corpo, convidando o público a um espaço em que a abstração se torna um receptáculo para histórias subjetivas e possibilidades.






